Nesta semana, a Diretoria Executiva da FENAFISCO está na cidade de Corumbá, no Estado do Mato Grosso do Sul, para Reunião de Diretoria no dia 24 e a 134ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo nos dias 25 e 26.
Na Reunião do CD da FENAFISCO a Diretoria Executiva estará reunida com representantes dos sindicatos filiados sobre a ótica da seguinte pauta:
1-Abertura com presença de autoridades locais;
2- Relato da Diretoria Executiva da FENAFISCO e dos Sindicatos Filiados;
3- XV CONAFISCO;
4- Participação Política;
5- Lançamento da publicação "Visão FENAFISCO";
06- Pendências Financeiras;
07-Regimento Eleitoral da FENAFISCO;
08- Futuro da FENAFISCO e Eleições Internas;
9- Encontro de Gênero;
10- Outros Assuntos.
Leia um pouco da História da cidade de Corumbá:
(Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Corumbá/MS)
Com o nome de origem tupi-guarani curupah - que significa "lugar distante" – Corumbá, que anteriromente tivera outras denominações, é conhecida como Cidade Branca por causa da cor clara de seu solo, rico em calcário.
A ocupação desta região teve início quando a expectativa de encontrar ouro fez com que a área pertencente ao município fosse explorada pelos portugueses, que começaram a chegar ao local em 1524.
Fundado em 1778, para impedir os avanços dos espanhóis pela fronteira brasileira em busca do precioso mineral, o Arraial de Nossa Senhora da Conceição de Albuquerque, primeira denominação do vilarejo, transformou-se no principal entreposto comercial da região, quando foi liberada a passagem, pelo Rio Paraguai, de barcos do Brasil e do Paraguai e, pela importância comercial que passou a ter, em 1838, foi elevado a Distrito e, em 1850, à Município.
Durante a Guerra do Paraguai foi palco de uma das principais batalhas e a Freguesia de Santa Cruz de Corumbá, nome que passou a ter, foi ocupada e destruída por tropas de Solano Lopez, em 1865.
A partir de 1870, ao ser retomada pelo tenente-coronel Antônio Maria Coelho, a cidade começou a ser reconstruída. Na mesma época, imigrantes europeus e de outros países sul-americanos chegaram à cidade. O fim da guerra e o estabelecimento desses estrangeiros impulsionaram o desenvolvimento de Corumbá, que passou a ter o terceiro maior porto da América Latina até 1930.
Até a década de 50, os rios Paraguai, Paraná e Prata eram os únicos meios de comunicação da região. Assim, a cidade vivia sob a influência dos países da Bacia do Prata, dos quais herdou grande parte dos seus costumes, hábitos e linguagem; isso ocorreu naturalmente devido a sua localização fronteiriça e ao isolamento físico que sofria na época.
No início do século XX, porém, a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil deslocou o eixo comercial do sul do estado - na época ainda Mato Grosso - para Campo Grande. Os grandes comerciantes locais mudaram-se para outras cidades e Corumbá passou a priorizar comercialmente a exploração mineral as atividades rurais, como a agropecuária.
A cidade iniciou atividades industriais na década de 1940, com a exploração das reservas de calcário - excelente para a indústria do cimento - e outros minérios. No final dos anos 1970, o turismo começou a ser explorado, revelando nova infra-estrutura e viabilizando a restauração das construções históricas. Com o Pantanal ocupando 60 % de seu território, Corumbá passou a ser chamada de Capital do Pantanal, constituindo-se o principal portal para o santuário ecológico.