Eleito pela terceira vez para a presidência do Conselho de Representantes Sindicais (CRS), Reginaldo de França é mestre em Direito Econômico e Social, além de possuir graduação em Administração Pública, Direito e Química e especialização em Direito Tributário e Empresarial.
Em entrevista ao NOTIFISCO, Reginaldo de França fala do papel do Conselho e dos desafios do ano que se inicia.
Qual é o papel do Conselho de Representantes Sindicais?
O Conselho de Representantes Sindicais (CRS), órgão deliberativo do SINDAFEP, é o responsável pela aprovação das diretrizes da Diretoria Executiva e também pela aprovação das contas e despesas. Em síntese, diria que o CRS é uma espécie de poder legislativo dentro do sindicato.
O Conselho é constituído por representantes que são eleitos pelas delegacias regionais, além dos presidentes das associações regionais, ou seja, é um quadro deliberativo composto pelas principais lideranças do fisco estadual escolhidas pelo voto dos sindicalizados.
Qual é a responsabilidade política do Conselho?
O papel político do CRS está ligado a um perfilamento junto a Diretoria Executiva na conquista das reivindicações da categoria. O Conselho se envolve politicamente nesse processo, até porque é um órgão político, uma vez que é constituído por representantes eleitos. A base do conselho é uma base política e sindical e tem essa participação em consonância com a DEE.
O que deve ser elencado como principais tarefas para o CRS no próximo período?
Embora o Conselho seja independente da Diretoria Executiva e seja subordinado exclusivamente a assembleia geral, nós temos um trabalho de analisar e avaliar os rumos que são dados ao SINDAFEP. Nós acreditamos que esses rumos serão muito bons e que o CRS apoiará as iniciativas da DEE, como sempre tem feito quando as iniciativas representam os anseios da categoria.
Nós temos que ampliar o nosso leque de conquistas. Além disso, a novidade é que pretendemos levar as reuniões do Conselho para o interior do estado e também para a cidade de Guaratuba, para que as pessoas conheçam a nossa estrutura. O objetivo é que o auditor que se encontra nas regionais possa acompanhar o trabalho dos representantes junto ao CRS.
Quais são os principais desafios para a categoria do fisco paranaense para 2011?
O maior desafio hoje é a implantação efetiva da Lei Orgânica do Fisco. Outro desafio imediato é o pagamento do adicional para os aposentados. A Diretoria Executiva Estadual (DEE) já tem uma reunião pré-agendada com o secretário de Estado da Fazenda para a segunda quinzena de fevereiro, que vai tratar do início das negociações para a implantação das tabelas. Acredito que sejam os grandes desafios. Uma vez que esses sejam conquistados, devemos nos voltar ao trabalho com a Diretoria Executiva, demonstrando que os representantes sindicais das diversas regionais estarão atentos e perfilados com a gestão da DEE para essas conquistas.
Eleito pela terceira vez para a presidência do Conselho de Representantes Sindicais (CRS), Reginaldo de França é mestre em Direito Econômico e Social, além de possuir graduação em Administração Pública, Direito e Química e especialização em Direito Tributário e Empresarial.
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